Atos dos Apóstolos

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[...]   E acenando-lhes ele com a mão para que se calassem, contou-lhes como o Senhor o tirara da prisão, e disse: Anunciai isto a Tiago e aos irmãos. E, saindo, partiu para outro lugar.   [...]

Atos dos Apóstolos: capítulo 12, verso 17

Capítulo 27, verso 34 - Capítulo 28, verso 24

34 Portanto, exorto-vos a que comais alguma coisa, pois é para a vossa saúde
35 E, havendo dito isto, tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos
36 E, tendo já todos bom ânimo, puseram-se também a comer.
37 E éramos ao todo, no navio, duzentas e setenta e seis almas.
38 E, refeitos com a comida, aliviaram o navio, lançando o trigo ao mar.
39 E, sendo já dia, não conheceram a terra
40 E, levantando as âncoras, deixaram-no ir ao mar, largando também as amarras do leme
41 Dando, porém, num lugar de dois mares, encalharam ali o navio
42 Então a idéia dos soldados foi que matassem os presos para que nenhum fugisse, escapando a nado.
43 Mas o centurião, querendo salvar a Paulo, lhes estorvou este intento
44 E os demais, uns em tábuas e outros em coisas do navio. E assim aconteceu que todos chegaram à terra a salvo.
Capítulo 28
1 E, havendo escapado, então souberam que a ilha se chamava Malta.
2 E os bárbaros usaram conosco de não pouca humanidade
3 E, havendo Paulo ajuntado uma quantidade de vides, e pondo-as no fogo, uma víbora, fugindo do calor, lhe acometeu a mão.
4 E os bárbaros, vendo-lhe a víbora pendurada na mão, diziam uns aos outros: Certamente este homem é homicida, visto como, escapando do mar, a justiça não o deixa viver.
5 Mas, sacudindo ele a víbora no fogo, não sofreu nenhum mal.
6 E eles esperavam que viesse a inchar ou a cair morto de repente
7 E ali, próximo daquele lugar, havia umas herdades que pertenciam ao principal da ilha, por nome Públio, o qual nos recebeu e hospedou benignamente por três dias.
8 E aconteceu estar de cama enfermo de febre e disenteria o pai de Públio, que Paulo foi ver, e, havendo orado, pôs as mãos sobre ele, e o curou.
9 Feito, pois, isto, vieram também ter com ele os demais que na ilha tinham enfermidades, e sararam.
10 Os quais nos distinguiram também com muitas honras
11 E três meses depois partimos num navio de Alexandria que invernara na ilha, o qual tinha por insígnia Castor e Pólux.
12 E, chegando a Siracusa, ficamos ali três dias.
13 De onde, indo costeando, viemos a Régio
14 Onde, achando alguns irmãos, nos rogaram que por sete dias ficássemos com eles
15 E de lá, ouvindo os irmãos novas de nós, nos saíram ao encontro à Praça de Ápio e às Três Vendas, e Paulo, vendo-os, deu graças a Deus e tomou ânimo.
16 E, logo que chegamos a Roma, o centurião entregou os presos ao capitão da guarda
17 E aconteceu que, três dias depois, Paulo convocou os principais dos judeus e, juntos eles, lhes disse: Homens irmãos, não havendo eu feito nada contra o povo, ou contra os ritos paternos, vim contudo preso desde Jerusalém, entregue nas mãos dos romanos
18 Os quais, havendo-me examinado, queriam soltar-me, por não haver em mim crime algum de morte.
19 Mas, opondo-se os judeus, foi-me forçoso apelar para César, não tendo, contudo, de que acusar a minha nação.
20 Por esta causa vos chamei, para vos ver e falar
21 Então eles lhe disseram: Nós não recebemos acerca de ti carta alguma da Judéia, nem veio aqui algum dos irmãos, que nos anunciasse ou dissesse de ti mal algum.
22 No entanto bem quiséramos ouvir de ti o que sentes
23 E, havendo-lhe eles assinalado um dia, muitos foram ter com ele à pousada, aos quais declarava com bom testemunho o reino de Deus, e procurava persuadi-los à fé em Jesus, tanto pela lei de Moisés como pelos profetas, desde a manhã até à tarde.
24 E alguns criam no que se dizia